terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

[O Amor Comeu A Minha Paz]

















[O Amor Comeu A Minha Paz]





Cerejeiras em flor
Numa imensidão de céu
Sinto as melodias em rascunhos
Onde versos são rimados em silêncio




Sopros de um céu em chuva
Violado pelas memórias invencíveis
[De pele na pele]
De noites que o dia não pode sussurrar




Nesse céu posso voar para onde eu quiser
Sem álamos, sem luas
Enganando meus sonhos [tantos]
Ao cair das estrelas viajo na tua pele de marfim




Uma outra vida, um outro tempo
A fragilidade dos espelhos já não me refletem
Letras de papel recortadas pelo tempo
Onde o amor comeu a [minha] paz




Por Ro




Aos 23 dias de fevereiro de 2016

[...]




[ ♥______omnia vincit amor ¿ ? ]



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